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1997
Campanhas 1997

Para uma grande Marca · Megapromoções

Para uma grande Marca · Megapromoções

O País conhecia uma prosperidade e um crescimento sem paralelo. A Galp acompanha esses anos dourados, com promoções ambiciosas e produções a fazer‑lhes jus. A Marca está em todo o lado, comunica de forma massiva e acompanha o crescimento do País.

180 carros, 1 por dia é a oferta que a Galp promover com a Auto Promoção, numa iniciativa que visa aumentar as vendas e impulsionar a fidelização de clientes, ao mesmo tempo que se reforça a imagem da Marca. A promoção é comunicada através de mupis e cartazes, stand‑up’s para as bombas, cartazes para as armaduras e de folhetos distribuídos até esgotamento do stock.

A montagem da Auto Promoção, foi uma operação gigantesca, inédita em Portugal. Teve praticamente de se desenvolver uma tecnologia própria para ler e processar os milhões de cupões que chegavam diariamente ao armazém, um espaço montado num antigo armazém abandonado no Bairro Alto, em Lisboa, e que ocupava o quarteirão quase todo.

 

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Campanhas 1997

Com tantos prémios era mesmo azar não ganhar

Com tantos prémios era mesmo azar não ganhar

Em Maio de 1997 vai para a rua a “Mega Promoção” que oferecia um telemóvel por hora, um carro por dia e um apartamento por mês. As filmagens envolveram milhares de figurantes. Foram fechadas ao trânsito algumas avenidas do centro de Lisboa durante o fim de semana, o que levou a uma ação de charme sem precedentes, milhares de flores foram oferecidas aos moradores destas ruas. Foi um enorme sucesso e uma cobertura de media massiva.

A base de uma base de dados

Esta operação foi o ponto de partida para a elaboração de uma base de dados de clientes, uma vez que à Galp chegavam semanalmente 30 milhões de boletins, que originaram mais tarde a emissão de um milhão e 200 mil cartões para o programa de fidelização Fast Galp.

1997
Campanhas 1997

A Marca é uma boa Marca. Não havia necessidade

A Marca é uma boa Marca. Não havia necessidade

Em 1997 veio a cena uma campanha de imagem de gás de garrafa. Um filme polémico, envolvendo uma cena de nús integral, que servia de pano de fundo ao personagem “Diácono Remédios”, protagonizado por Herman José.

Durante a apresentação interna, a reação foi do silêncio profundo à gargalhada geral. Ainda assim, foi necessário um pequeno corte na cena do banho, para aligeirar a audácia. Não deixa de ser no entanto um filme ousado e muito distante de tudo o que se passava na época nos blocos de publicidade.

“Deste longo percurso com a Marca destaco trabalhos como: O Homem do Gás, com o Herman José a fazer de diácono Remédios.”- Pedro Bidarra, Copywriter e Consultor de Comunicação e Marketing

“Qualquer dia estão a fazer trocadilhos… hmm, com a palavra bilha… hmm.” - Diácono Remédios

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