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1991
Branding 1991

O rebranding da coerência

O rebranding da coerência

No início da década de 90 e com uma consciência renovada da importância da Marca e da sua imagem junto do público, a Galp empenha‑se na criação de uma identidade visual sustentada e estrategicamente alinhada com a produção industrial da Petrogal e a oferta comercial da Galp.

Cada área de atuação da Marca e cada setor ganha uma imagem diferenciada, mas parte de um todo.

Da hierarquia gráfica da Marca decorrem códigos e regras bem definidas e que se cumprem escrupulosamente, em todos os meios e naquela que é a maior rede de postos e lojas do mercado onde a empresa atua.

A Galp ganha assim uma consistência e uma identidade visual que a diferenciam e a destacam do universo das marcas suas contemporâneas, garantindo que os sinais da Marca estão presentes, de uma forma coerente na vida do consumidor.

Foi em 1988 que se começou a criar consciência em torno da importância de uniformizar a imagem da Marca e a entender‑se a importância da sua comunicação perante consumidores e concorrência. Os postos de abastecimento das marcas internacionais, há muito que o espelhavam e no entanto, era a Galp que tinha a maior rede de postos em Portugal. Era evidente a necessidade de os uniformizar. Criou‑se então uma equipa interna, para o desenvolvimento de um Manual de Normas.

Na época, a Galp tinha um gabinete com arquiteto e desenhadores para trabalhar a imagem e projetos dos postos de abastecimento e que também faziam algum trabalho de design de comunicação. No entanto, não havia em Portugal uma expertise estabelecida na disciplina do branding – algo que já estava bastante desenvolvido noutros países europeus.

Foi então de Espanha que chegou o Manual, elaborado pelo gabinete de design Echeverría. Nascia assim o primeiro Manual de Normas de Identidade Corporativa estruturado em função da oferta comercial e contemplando um alargado conjunto de aplicações para as diferentes áreas de atuação da Marca.

Em 1991 fez‑se a apresentação da nova imagem no Casino Estoril, com grandes nomes da Marca e do Estado e, no dia seguinte, cerca de 150 postos tinham a nova imagem, num feito monumental de uma grande equipa.

A rede rodoviária crescia em quilómetros e em postos Galp. Eram cerca de 1.300 e a maior rede de Portugal. Era preciso uniformizar e criar uma identidade sólida.

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Campanhas 1991

Onde quer que se vá vê‑se Galp

Onde quer que se vá vê‑se Galp

A década pauta‑se por um enorme desenvolvimento das redes de comunicação rodoviária. Autoestradas traçam o país de norte a sul e com elas, os postos de abastimento Galp ganham novo fôlego, uma nova homogeneidade e uma imagem de modernidade.

Com cerca de 1300 postos por todo o país, a Galp está posicionada numa crescente proximidadea ao consumidor e isso era uma mais‑valia inquestionável.

Podia‑se afirmar sem reservas a assinatura – “Galp Consigo” – reforçando que, onde quer que se estivesse, a Galp estaria presente e renovada. E com mais áreas de serviço, a campanha de comunicação da nova imagem só podia ter como base um posto e um momento de abastecimento.

A Galp renova a sua imagem e posicionamento em todas as áreas de negócio. Em 1990 há em Portugal 8 autoestradas construídas ou iniciadas, num total de 303 km de extensão. No fim da década serão 26, num total de 1.482 km de extensão.

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Campanhas 1991

A Galp põe Portugal a mexer

A Galp põe Portugal a mexer

Foi uma das campanhas, à época, mais inovadoras que a Galp desenvolveu, em resposta à necessidade de criar uma forte campanha institucional virada para a mudança da empresa.

Após um concurso feito entre sete agências e com um budget de cerca de 300 mil contos, a ideia vencedora tinha um efeito diferente e inovador na altura – o ponto de vista do interior de uma mangueira de abastecimento. Entrava‑se pela pistola e via‑se toda a empresa.

A Marca punha, literalmente, Portugal a mexer: no ar, no mar, em terra e em casa dos portugueses.

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Campanhas 1991

Para toda a família

Para toda a família

A ida a um posto de abastecimento Galp passava a ser uma experiência também de família, principalmente nas estações de serviço, num contexto de viagem.

Além do abastecimento e com o desenvolvimento das lojas, a Galp tinha motivos de atração e de conveniência para todos. Dos jornais, às revistas, do café ao gelado. Essa realidade, cada vez mais presente no dia a dia dos portugueses, fez com que a Marca capitalizasse a sua estratégia promocional para todos os membros da família, sob o tema dos prémios a atribuir.

Uma promoção em “tamanho familiar” que oferecia prémios fantásticos para todos. Uma campanha massiva e assente numa mecânica de raspadinhas, uma inovação na época.

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