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1993
Campanhas 1993

Portugal sente‑se em casa

Portugal sente‑se em casa

Passados quase 10 anos da entrada na União Europeia, Portugal é um País definitivamente transformado e com outra ambição.

A Europa já não é um lugar distante. Espanha é cada vez mais um destino sem rival e ponto de passagem para os portugueses e para as suas empresas. São cada vez mais as empresas portuguesas a apostar no lado de lá da fronteira. A Marca Galp passa a ser para os portugueses em estradas espanholas um sinal tão familiar como o touro Osborne, mas com uma carga emocional muito nossa, muito portuguesa.

Os sinais que nos fazem sempre sentir em casa, são aqueles que levamos na nossa cultura e no coração.

 

1993
Campanhas 1993

Mais potente que qualquer preconceito

Mais potente que qualquer preconceito

Conceitos como a sustentabilidade e a consciência ambiental estavam a dar os primeiros passos.

Sempre atenta e sempre à frente, a Galp cria uma forte campanha para lançar a sua gasolina sem chumbo. Este lançamento é um marco inequívoco e um desafio em termos de  implementação, tendo a comunicação o papel de desmistificar alguns preconceitos ao nível da potência e do desempenho do motor.

Ainda assim, a potência é neste momento o que mais importa realçar, uma vez que a “pegada ecológica” ainda tem alguns anos pela frente para passar a ser um tema de primeira linha. Sinais do tempo e de uma década a caminho da noção de respeito pelo ambiente.

1993
Campanhas 1993

O início da mensagem ambiental

O início da mensagem ambiental

A Conferência do Rio de Janeiro, em 1992, foi o arranque no combate às alterações climáticas. Uma das linhas de ação, então acordadas, incidia na redução das emissões poluentes dos combustíveis. A Galp inova e junta‑se à recém‑criada tendência com o lançamento da gasolina sem chumbo.

O que se recorda desta produção é a timidez do Pedro, que mal conseguia enfrentar uma câmara.

Como ele mesmo dizia, não tinha o mínimo jeito para fazer um anúncio, mas tinha a maior das boas vontades. Após dezenas de tentativas, que se prolongaram pela noite dentro, decidiu‑se fazer o filme pela negativa, montando os gags das várias tentativas e explorando o lado cómico da situação. E assim ficou.

A dificuldade deu lugar ao entusiasmo e o filme foi um sucesso de tal ordem que o Pedro não se livrou até hoje da fama de “não saber fazer anúncios”, que ele próprio reconheceu no filme.

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