2016
Entrevista 2016

Uma Marca no mundo

Uma Marca no mundo

JOÃO OLIVEIRA

Diretor Criativo da JWT. Licenciado em Publicidade e músico nas horas vagas. A sua experiência profissional desenvolveu-se na JWT, quer ao nível nacional, quer internacional.

Profissionalmente o seu primeiro contacto com a Marca foi um outdoor. Dizia Galp de Mestre. Como já queria escrever para publicidade foi à agência que tinha feito o outdoor e começou por estagiar lá.

O contacto mais profundo com a Marca ao nível profissional foi há poucos anos. Começou a criar para a Marca em 2013, quando foram convidados para participar no pitch do Mundial 2014 em que a Galp era, mais uma vez, patrocinadora da Seleção Nacional de Futebol. E ganharam. O Pitch, não o Mundial.

É hoje diretor criativo e lidera uma equipa de criativos. Profissionais talentosos que trabalham diariamente a Marca em todas as suas vertentes. O âmbito da sua participação pessoal é quase sempre criativo e estratégico. Na JWT Lisboa têm como missão criar e respeitar as Marcas que trabalham, procurando manter uma coerência de visão que as administrações das empresas têm para as suas Marcas.

Foi-lhes pedido para continuar um trabalho de globalização da Marca Galp, olhando para fora e trazendo para dentro o tamanho cada vez maior que a Galp foi adquirindo ao longo dos anos.

O Mundial 2014 era um exemplo disso. Quiseram espelhar o tamanho da Galp no Mundo. A Seleção de Portugal no Mundial e a Galp, por ser sua patrocinadora há mais de 20 anos, também o é.

Nesta relação com a Galp, que dura há cinco anos, o maior desafio é conseguir tornar a Marca maior do que a sua memória, entrando pela eletricidade. É um desafio enorme de reequilíbrio de perceção. Batalham todos os dias para este balanço.

“Se tivesse que definir a Galp numa palavra seria, sem dúvida, Portugal. Para o europeu em França, em 2016, tivemos uma bela ideia. Se muitos portugueses imigrantes tiveram sucesso em França, de certeza que a nossa Seleção também teria.”

“A Galp existe no meu imaginário desde sempre. Vem desde o tempo em que o meu pai, nas nossas viagens para o Estoril, ao fim de semana, só abastecia na pequena estação de serviço perto do estádio nacional. E eu gostava da Marca. Gostava do laranja.”

 

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